Coisa engraçada, a loja não era, nem um daqueles armazéns de coisas feitas em série para os turistas, nem um verdadeiro antiquário, onde cada peça estivesse arrumada e cuidada, demonstrando o seu valor. Era uma espécie de manta de retalhos, onde tudo estava misturado e, presumo, difícil de achar. Pensei: eles assim não se safam.
No meio do caos, o vendedor procurava, com pouco sucesso, prender a minha atenção. Tudo era raro, antigo e preciosíssimo. Tudo tinha um preço especial para mim, especialmente por eu ter dito que era português (ou melhor, não-turco, que esses pagam mais caro nestas paragens).



Sem comentários:
Enviar um comentário